Os impactos na visão, causados pelo uso excessivo de telas, podem ser ainda maiores em crianças e adolescentes.
A luz azul artificial, emitida pelos equipamentos eletrônicos, pode causar danos à retina, favorecer o surgimento da catarata e ocasionar queimaduras na córnea.

As telas eletrônicas são uma realidade que já não pode mais ser mudada em nossa rotina. Toda nossa vida está ao alcance das nossas mãos, dentro do bolso, no celular.
Acontece que a exposição excessiva e inadequada a esses equipamentos, é muito prejudicial à visão. A luz azul artificial, emitida pelo celular, TV, computador, tablet, é diferente da luz azul natural e pode causar danos à retina, aumentando o risco de desenvolver degeneração macular relacionada à idade (DMRI); favorecer o surgimento da catarata e ocasionar fotoqueratite (queimadura na córnea).
Em crianças e adolescentes esses danos podem ser ainda piores, já que seus olhos ainda estão em fase de amadurecimento, e o uso frequente de equipamentos eletrônicos pode interferir nesse processo. O consumo de telas à noite e em ambientes escuros é ainda mais danoso.
Sabendo que não há como evitar o acesso às telas, uma vez que dependemos dela para as mais variadas e cotidianas atividades, como estudar, trabalhar e resolver questões bancárias, por exemplo, há que se pensar em minimizar seus efeitos negativos para a saúde dos olhos. Cinco hábitos do dia a dia contribuem para isso:
- Evite exposição a telas de dispositivos eletrônicos antes de dormir;
- Evite o uso de dispositivos eletrônicos em ambientes escuros;
- Utilize lentes que filtram a luz azul, como as lentes de óculos especiais para uso de computador;
- Faça pausas de, pelo menos 25 minutos, a cada 1 hora em frente às telas;
- Mantenha uma distância da tela de, pelo menos, 50 centímetros.
Claro que essas atitudes apenas servem como uma forma de reduzir as chances de danos à visão, não eliminando-as por completo. Além disso, ressaltamos que a consultar regular com o Médico Oftalmologista é fundamental para um diagnóstico precoce. Se você ainda não consultou neste ano, toque aqui e agende com os especialistas do CORS.